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Monday, April 6, 2009

Chegado por e-mail:






«Caros Amigos do "Observatório dos Relógios Históricos de Lisboa",

Foi por acaso que, no decorrer duma pesquisa sobre o Forte Farol do Bugio, desembarquei no vosso blog, que me merece os maiores elogios. Gostei imenso dele.
Numa peça que li, mencionavam que não tinham fotos do RELÓGIO DE SOL implantado no citado Forte Farol do Bugio.
Numa outra peça vi uma referência a um Álbum Fotos/slideshow onde referem que está lá uma foto do relógio.
Infelizmente, não consegui aceder ao show para ver a foto - recebi uma mensagem de erro 404 not found.

É com todo o gosto que vos cedo para publicação no vosso blog, se acharem interessante e conveniente, as minhas fotografias do relógio.
Apenas peço que façam menção ao autor - José António Baptista - e se possível me informem se/quando as publicarem (uma ou todas).
Se pretenderem dar-lhes outra utilização que não o blog, contactem-me para vos dar autorização.

Estas fotografias foram obtidas no decorrer de duas Visitas Guiadas promovidas pela Espaço e Memória - Associação Cultural de Oeiras, da qual sou associado e Secretário de Direcção.

Sem outro assunto de momento e com Votos de sucesso,

Respeitosos Cumprimentos,

José António Baptista»

Thursday, December 6, 2007

Adenda ao relógio de sol do Bugio


Boas notícias: em Agosto de 2006, o relógio de sol do Bugio ainda estava intacto. Poderão vê-lo, ou revê-lo, em Álbum Fotos, reportagem fotográfica de um cibernauta que então visitou o forte. A imagem correspondente ao relógio está na última fila do slideshow.

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E já que temos vindo a falar de relógios deste tipo, uma curiosidade: os entusiastas já o sabem certamente de cor, mas há um dia no ano que lhes é dedicado: 21 de Junho é o Dia do Relógio de Sol e foi instituído em 1990 pelo Instituto de Investigação, Estudo e Divulgação do Quadrante Solar, fundado no ano anterior com a missão de “estudar e divulgar a gnomónica e o relógio de sol/sombra como instrumento de interesse histórico, científico, didáctico, lúdico e decorativo”.

Crédito imagem: Impression, Soleil Levant, óleo s/tela de Claude Monet, 1873; Musée Marmottan-Monet, Paris


Tuesday, December 4, 2007

Um relógio na barra do Tejo



Fica num dos mais belos lugares da Grande Lisboa, um ponto na paisagem que todos conhecemos quando olhamos a barra do Tejo. Não é fácil vê-lo assinalar a passagem do tempo, mas poderia ser fácil fazê-lo se, ao lugar onde se encontra – uma das maiores jóias da nossa arquitectura militar -, fosse atribuído um uso público.

Instalado na bateria alta do Forte do Bugio, é um relógio de sol raro pela sua excepcional localização e, porventura, o mais solitário de todos eles, dado que a automatização do farol dispensou há muito a existência de faroleiros residentes.

O futuro desse relógio de sol é hoje tão incerto quanto o do lugar onde foi implantado: com o desmantelamento da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), entidade que cuidou da conservação do Bugio durante décadas, não se vislumbra quem dará, na prática, continuidade a essas intervenções; por outro lado, e embora ciclicamente disputado por três concelhos – Lisboa, Oeiras e Almada -, a verdade é que ele continua hoje sem uso para além daquele que mantém sob a supervisão da Direcção-Geral de Faróis. É pena que assim seja e que não possamos ver a lição que o seu pequeno relógio de sol tem para nos dar - que é tempo de darmos valor a tudo aquilo para o qual deixámos de ter tempo: o nascer e o pôr-do-Sol, para começar.


Créditos imagem: vista aérea e vista geral do Bugio quando da intervenção de protecção e reconstrução da sua muralha periférica, em 1999/2000; Inventário do Património Arquitectónico da extinta-DGEMN